OMS: osteoporose é a principal doença metabólica na atualidade
“Doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da micro arquitetura do tecido ósseo com consequente aumento a fragilidade e susceptibilidade à fratura”. Essa é a definição de osteoporose segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), que garante ser ela a principal doença óssea metabólica na atualidade e um dos maiores problemas de saúde pública no mundo inteiro. Não à toa, 20 de outubro ficou marcado como o dia mundial da osteoporose, com ações em todos continentes relacionadas à doença.
A osteoporose não tem cura
A osteoporose não tem cura, mas um diagnóstico precoce ajuda demais no tratamento. Temos novos medicamentos no mercado e uma dieta rica em cálcio, banhos de sol regulares e a prática regular de atividade física orientada pelo médico pode trazer excelentes resultados para a qualidade de vida do paciente. O problema é que a doença é silenciosa. Normalmente, aparece quando há uma fratura. Por isso é muito importante fazer um exame chamado densitometria óssea”, explica Bernardo Stolnicki, ortopedista e coordenador do Prevrefrat, programa de combate à refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, lembrando que a clínica utiliza protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura e pilates terapêutico, que trazem excelentes resultados.
O Dr. Bernardo diz que são várias as causas da osteoporose e os fatores de risco são histórico familiar da doença, pessoas de pele branca, baixas e magras, deficiência na produção de hormônios, alimentação deficiente em cálcio e vitamina D, baixa exposição à luz solar, imobilização e repouso prolongados e sedentarismo, além do tabagismo, consumo de álcool, certos tipos de câncer e algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas. “A osteoporose é mais comum em mulheres após a menopausa, em idosos, dependentes do tabagismo e álcool e decorrentes de alterações hormonais”, acrescenta ele.
Prevrefrat – um programa de prevenção de refraturas
Segundo a OMS, nos Estados Unidos há mais de nove milhões de pessoas diagnosticadas com osteoporose, dos quais sete milhões são mulheres. Esse é o número oficial, mas as autoridades acreditam que na verdade o problema atinge muito mais pessoas, que não estão diagnosticadas. Para evitar o desenvolvimento da Osteopenia (estágio que antecede a Osteoporose), o dr. Bernardo diz que precisamos adotar desde criança uma dieta rica em cálcio, com prática de atividade física e banho de sol regulares. Uma das maiores preocupações das autoridades é com a refratura, que pode ser fatal. Para isso, o CREB conta com o Prevrefrat, um programa de prevenção de refraturas. “Reconhecido internacionalmente, o CREB Prevrefrat adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. A aplicação destes protocolos por nossos especialistas, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados ao CREB na diminuição da incidência de fraturas subsequentes. O Prevrefrat se enquadra nos programas de promoção à saúde e prevenção de riscos e doenças da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)”, diz ele.
Ortopedista do CREB participa do programa Bem-Estar, da TV Globo
O ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo, na edição de 5 de julho. Especialista em medi...
O ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo, na edição de 5 de julho. Especialista em medicina do esporte, o Dr. João Marcelo participou de praticamente todo o programa, comentando as principais matérias exibidas no dia, principalmente sobre as aulas de surf que a apresentadora Mariana Ferrão teve. O Dr. João Marcelo falou sobre a preparação da apresentadora, bem como os benefícios e cuidados com o esporte. Sobre a preparação de Mariana, o Dr. João Marcelo destacou que é fundamental, na prática de qualquer esporte, fazer um trabalho de prevenção. “Se a musculatura não estiver preparada, o excesso de repetição de movimentos pode gerar dor”, alertou ele. O médico do CREB pontuou que o surf é um esporte completo e que o praticante deve estar preparado para que o prazer de surfar não se transforme em um problema. “O mar é imprevisível, o que dá ao esporte uma movimentação grande. O praticante tem que estar bem preparado. Até para levar um caixote, o famoso caldo, tem que ter fôlego e estar preparado”, pontuou ele. Sobre a dor, o Dr. João Marcelo disse que a atividade física deve ser interrompida. “A dor vem de um processo inflamatório. É um sinal de alerta. Apareceu a dor, tem que procurar um médico”, disse ele. Segundo o ortopedista, a prática de surf traz equilíbrio, resistência e força, além de forma física.
O que são Trigger Points ou Pontos de Gatilho?
Os pontos de gatilho são nódulos musculares palpáveis, podendo gerar dor espontânea, ou quando são pressionados
Sabe aquela dor na coluna, na altura do pescoço, que se irradia ao longo da musculatura até o meio dos ombros? Você já passou por isso? Esse quadro de dor localizada pode ser um trigger point, também conhecido como ponto de gatilho.
Os pontos de gatilho são nódulos musculares palpáveis, podendo gerar dor espontânea, ou quando são pressionados. Não há sinais inflamatórios, vermelhidão ou calor sobre a região. Suas causas podem ser trauma, esforço, desvios posturais, sobrecarga muscular e até mesmo, estresse emocional.
Segundo o fisiatra e reumatologista do CREB, Dr. Antônio D’Almeida, para realizar o diagnóstico é fundamental uma avaliação médica e exames específicos, para identificar a causa do ponto de gatilho, como a ultrassonografia.
O tratamento pode ser realizado através de medicação, porém técnicas fisioterápicas são grandes aliadas, auxiliando no alívio da dor e promovendo melhora na qualidade de vida.
COMO IDENTIFICAR UM PONTO DE GATILHO? |
| Dor ao pressionar um ponto muscular; |
| Aumento da tensão no músculo dolorido; |
| Diminuição da amplitude de movimento; |
| Alívio da dor ao realizar o alongamento do músculo; |
| Identificou os sintomas? Fale com o seu médico. |
Dr. Antonio D’Almeida Neto
Médico Reumatologista e Fisiatra; Especialista em Reumatologia, Osteopatia, Medicina Física, Reabilitação e Terapia por Ondas de Choque; Ex Presidente da SBMTOC; Ex Presidente da Ibero Americana de Ondas de Choque.
Este artigo é meramente informativo e não deve ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte um médico.
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